Acredito que a popularidade do governo Federal, se dá principalmente ao fato de que a maioria dos brasileiros não se interessa por notícias, não existe o hábito de ler o que acontece aqui e no mundo, quando muito o jornalismo enlatado (e às vezes encomendado) do horário nobre.
Não vemos coisas escandalosas e algumas boas em função de que “nunca dantes neste País” como o Presidente gosta de repetir. Vemos porque a globalização traz em tempo real o movimento do mundo. Hoje mais do que nunca podemos dizer que nada debaixo deste céu azul fica as escondidas.
As notícias recentes me fazem acreditar mais na tese de falta de informação.
Recentemente vimos que foi feita uma maquiagem na contabilidade do Governo, mas segundo o Ministro Guido Mantega “foi um erro técnico” que a equipe já estava regularizando. Se isso ocorre com “uma pessoa comum”, os órgãos fiscalizadores falam até em prisão, vai para primeira página de grandes jornais. Esta notícia, apenas no dia e não vi falar mais nada a respeito. No domingo o Correio trazia uma reportagem sobre o PAC da Aviação, não decolou, assim como outros PACs. No ano passado devolvemos mais de 300 mi ao BID, dinheiro que aqui estava para saneamento básico, devolveu, pois não precisamos né? O dinheiro no ano passado reservado para construção de casas populares não foi gasto na porcentagem de 20%, retornou aos cofres, mas agora vai vamos construir mais ainda, pelo que dizem.
Diante de algumas notícias, que saem sem muito alarde, acredito que todo o crescimento e a parte positiva e baseada em Notas de Empenho, o que não quer dizer que foi gasto ou liberado para o Programa ou obra endereçada. Daí é fácil mostrar tudo positivo. Já imaginou o quando a imagem da empresa fica boa, todo mês apresenta um emprenho de investimento, conta ponto positivo. No ano que vem inicia-se tudo de novo. Mas se fizer um balanço, não fecha.
Pré Sal, que vai salvar o mundo, colocar o Brasil acima de tudo e todos, inclusive necessitando de uma agência para gerir os seus lucros. Alias segundo o Presidente, a maior parte desse dinheiro será usado na Educação, vou me preocupar mais ainda agora.
Mais um fracasso no pré-sal Por Malu Gaspar | Portal Exame, 14/07/2009 - 12:26
Na Petrobras até os copeiros da diretoria de Exploração e Produção já sabem. O poço seco de Guanari, operado pela Exxon (40%), em sociedade com a Amerada Hess (40%) e a Petrobras (20%), não foi o único a decepcionar no pré-sal. Embora não possa, tecnicamente, ser chamado de poço seco, o Azulão, que fica no mesmo bloco de Guarani e é explorado pelo mesmo consórcio, tem muito pouco óleo e nenhuma viabilidade comercial. Tanto que já foi apelidado internamente de "Azulinho". Na estatal, não se entende porque a Exxon, operadora do bloco, ainda não divulgou o total de reservas do Azulão. No ano passado, a Exxon disse que esperava divulgar os números desse poço no início de 2009. Mas, até agora, tudo o que foi dito é que o Azulão teve sucesso geológico (foi encontrado petróleo), o que é bem diferente de ser um sucesso comercial. O anúncio de que Guarani não continha óleo algum, na semana passada, ajudou a colocar o assunto em termos mais realistas, lembrando que procurar petróleo sempre é uma atividade de risco, mesmo numa área tão promissora. Mas provocou desconforto no governo Lula, já que foi com base no argumento de que o pré-sal é área sem risco exploratório que se decidiu criar uma estatal só para gerir suas receitas. Caso decidissem ser 100% claros a respeito da exploração de óleo no pré-sal, a Petrobras e o governo teriam de admitir ainda outro fato incômodo, sobre o qual toda a área técnica da companhia concorda: embora as rochas do pré-sal ocupem uma área da costa que vai de Santa Catarina até o Espírito Santo, a área onde se poderá retirar petróleo com fins comerciais é bem menor.
Fernando Borges
Bem-vindo
Em 2008 decidi escrever e postar alguns textos, artigos e opiniões sobre o que vem acontecendo com o mundo, lições percebidas e aprendidas não só em minhas poucas experiências, mas de personalidades, amigos e até de você leitor que não conheço pessoalmente.
Devemos Ser/Ter atitudes diferentes, não adianta reclamar do mundo ao redor. Se queremos que as coisas ao nosso redor mudem, precisamos mudar primeiro.
Desejo do fundo do meu coração que este espaço seja realmente destinado a nossa reflexão, aprendizado e crescimento.
Abraço,
Henrique Borges
Devemos Ser/Ter atitudes diferentes, não adianta reclamar do mundo ao redor. Se queremos que as coisas ao nosso redor mudem, precisamos mudar primeiro.
Desejo do fundo do meu coração que este espaço seja realmente destinado a nossa reflexão, aprendizado e crescimento.
Abraço,
Henrique Borges
18 de jul. de 2009
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