Bem-vindo

Em 2008 decidi escrever e postar alguns textos, artigos e opiniões sobre o que vem acontecendo com o mundo, lições percebidas e aprendidas não só em minhas poucas experiências, mas de personalidades, amigos e até de você leitor que não conheço pessoalmente.

Devemos Ser/Ter atitudes diferentes, não adianta reclamar do mundo ao redor. Se queremos que as coisas ao nosso redor mudem, precisamos mudar primeiro.

Desejo do fundo do meu coração que este espaço seja realmente destinado a nossa reflexão, aprendizado e crescimento.

Abraço,

Henrique Borges

27 de nov. de 2011

"Dia do Trabalho na construção civil: muito a comemorar" SERÁ?

SERÁ MESMO? RETIREI O TEXTO ABAIXO DO SITE DA CBIC E GOSTARIA QUE TODOS PUDESSEM REFLETIR A RESPEITO:



Indústria da construção investe em profissionais mais capacitados e paga salários cada vez maiores


Levantamentos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério do Trabalho, a pedido da Câmara Brasileira de Indústria da Construção (CBIC), mostram que os trabalhadores do setor da construção têm muito a festejar neste 1º de maio. Além do aumento das oportunidades de trabalho geradas no setor formal, é crescente a melhoria das condições de trabalho. Uma prova é o aumento da escolaridade dos funcionários do setor, que estão sendo incentivados pelos próprios empregadores a investir nos estudos. Em diversas cidades brasileiras foram criadas bibliotecas e salas de aula dentro dos espaços das construções para elevar a escolaridade dos colaboradores do segmento. Com maior escolaridade, os salários também estão cada vez maiores. (Veja tabelas)

Escolaridade avança
O levantamento feito pelo IBGE com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) mostra que em 2002, quase dois terços dos ocupados no setor (63,6%) não havia concluído sequer o ensino fundamental (tinham menos de oito anos de estudo). Apenas 36,1% tinham chegado ao ensino médio (mais de oito anos de estudo). Em 2010, o número de pessoas que estudou mais de oito anos já chega a quase metade dos trabalhadores (47,8%). Atualmente, um quarto dos trabalhadores do setor tem 11 anos ou mais de estudo (26,6%). São 442,8 mil profissionais que passaram esse período nos bancos da escola. Em 2002, 19,0% dos funcionários da construção tinham estudado por esse tempo – o que representa um total de 256,3 mil pessoas.
Outra boa notícia é a redução progressiva do analfabetismo. Em 2002, 8,0% dos trabalhadores tinham, no máximo, um ano de estudo. Juntos, somavam 107,9 mil empregados do setor da construção. A pesquisa mais recente (2010) confirmou uma queda gradual desse índice para 5,0% do total em 2010, o que equivale a 83,2 mil pessoas.

Renda mais elevada
Cientes do aumento da profissionalização, os empresários estão pagando salários cada vez mais elevados. O levantamento feito pelo Ministério do Trabalho com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostra que o salário inicial dos trabalhadores formais da construção civil aumentou 35% entre 2003 e 2010, já descontada a inflação do período. Em janeiro de 2003, um funcionário do setor era contratado ganhando, em média, R$ 651,74 – em valores reais deflacionados pelo INPC de março de 2010. Em janeiro deste ano, o salário inicial saltou para R$ 884,01. Somente no último ano, o ganho foi de 5,8% acima da inflação – passou de R$ 835,16 para R$ 884,01, em valores já deflacionados.

Mais empregos no país
Mesmo com a crise econômica que atingiu o mundo nos últimos 20 meses, o setor da construção continua gerando emprego. O número de trabalhadores na construção cresceu 23% desde 2002, início da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, que monitora o mercado de trabalho formal e informal em seis regiões metropolitanas brasileiras - Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Somente nos últimos 12 meses (fevereiro de 2010), o avanço foi de 8,1%, contra um avanço de 3,4% do mercado de trabalho brasileiro em geral. A demanda por novos trabalhadores continua crescendo.


Mais empregos formais
O incremento nas contratações é acompanhado de uma elevação na formalização do mercado de trabalho do setor. Apenas nos três primeiros meses deste ano, foram criados 127.694 empregos formais na construção civil em todo o país (19% do total de empregos criados em todos os segmentos econômicos), segundo dados do Caged. Em todo o do ano de 2009 foram 177.185 vagas formais (18% de todo o volume de emprego do ano). Há 10 anos, a situação era bem diferente. Em 2000, segundo o Caged, a construção civil não só não gerou vagas de emprego, como fechou 1.627 postos de trabalho formais.

Aumento da participação das mulheres
O mercado da construção, tradicionalmente ocupado por homens, está ganhando cada vez mais a participação das mulheres. O dado estatístico que relaciona o gênero dos trabalhadores ocupados com o setor de atividade é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada anualmente pelo IBGE. A mais recente (divulgada em setembro de 2009) se refere a 2008. De acordo com a pesquisa, as mulheres ainda representam 3,4% do total de trabalhadores na construção civil, mas o volume está crescendo ano a ano. Em 2006, eram 171 mil pessoas do sexo feminino. Em 2007, 184 mil. E em 2008, 240 mil trabalhadoras. Ou seja, em apenas dois anos, 69 mil mulheres passaram a trabalhar nos canteiros de obras.

Profissionais mais capacitados
Além da capacitação realizada pelos sindicatos estaduais e pelas próprias empresas, o Programa Próximo Passo, uma parceria da CBIC com o governo federal, vai treinar 146,8 mil brasileiros até o fim do ano para atuar no setor da construção. Os alunos são beneficiários do programa Bolsa Família.

27 de fev. de 2011

Esse é o CARA: DF José Antonio Reguffe (PDT-DF),

O deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF), que foi proporcionalmente o mais bem votado do país com 266.465 votos, com 18,95% dos votos válidos do DF, estreou na Câmara dos Deputados fazendo barulho. De uma tacada só, protocolou vários ofícios na Diretoria-Geral da Casa.

Abriu mão dos salários extras que os parlamentares recebem (14° e 15° salários), reduziu sua verba de gabinete e o número de assessores a que teria direito, de 25 para apenas 9. E tudo em caráter irrevogável, nem se ele quiser poderá voltar atrás. Além disso, reduziu em mais de 80% a cota interna do gabinete, o chamado “cotão”. Dos R$ 23.030 a que teria direito por mês, reduziu para apenas R$ 4.600.


Segundo os ofícios, abriu mão também de toda verba indenizatória, de toda cota de passagens aéreas e do auxílio-moradia, tudo também em caráter irrevogável. Sozinho, vai economizar aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões nos quatro anos de mandato. Se os outros 512 deputados seguissem o seu exemplo, a economia aos cofres públicos seria superior a R$ 1,2 bilhão.

“A tese que defendo e que pratico é a de que um mandato parlamentar pode ser de qualidade custando bem menos para o contribuinte do que custa hoje. Esses gastos excessivos são um desrespeito ao contribuinte. Estou fazendo a minha parte e honrando o compromisso que assumi com meus eleitores”, afirmou Reguffe em discurso no plenário
.
NÃO SEI QUAIS AS REAIS INTENÇÕES, MAS PELO MENOS VAI DAR O QUE FALAR!
VAMOS SEGUIR O EXEMPLO DELE!

28 de mar. de 2010

Vagas em Aberto - Goiânia

Agradecemos as indicações, fechamos algumas vagas, mas ainda temos mais.

- Assistente Administrativo (1);
- Assistente Financeiro (2);

- Assistente de RH (1);
- Assistente de DP;
- Arquivista
- Aux. Administrativo (Portador de necessidade especial)
- Estagiário (Eng. Civil) (2);
- Secretária/Telefonista (2);
- Motorista de Veículo Leve (1);

Os currículos podem ser enviados para: cvs.talentos@gmail.com

Sucesso a todos!

Henrique Borges

20 de set. de 2009

Você não deve se envolver com os negócios do país.

Esse texto é de um cara super fera. Sempre estou lendo seu blog, twitter ....

Você não deve se envolver com os negócios do país.

"Não é função do governo ajudar o cidadão a evitar o erro, é função do cidadão ajudar o governo a não cair no erro."

Duas semanas atrás quando enviamos o e-mail marketing sobre o curso de vendas em Itajubá, Minas Gerais, uma "autoridade" da cidade, foi logo dizendo "Quem deu autorização para vocês usarem a bandeira da cidade? Vocês sabiam que não é permitido o uso de símbolos públicos no convite de eventos privados? Retire!".

Nos EUA sete a cada dez americanos hasteiam orgulhosamente a bandeira americana na porta das suas casas, no vidro dos seus carros, na entrada das suas empresas e na camiseta que vestem para bater uma bolinha sem a necessidade de pedir a benção para o Obama ou Bill Gates. O uso diário de bandeiras nacionais é tão grande nos EUA que um brasileiro desavisado que visita uma cidade do interior de Nova Iorque pode ser levado a pensar que tá rolando algum tipo de feriado nacional.

Aqui, a coisa ainda é diferente, faz tempo.

Na história do Barão de Mauá - então pretendente a empreendedor e empresário, existe um episódio onde o Visconde de Feitosa vira para Mauá e diz, "Meu rapaz, a melhor maneira de servir ao seu país é não se metendo nos assuntos do país. Abra a sua empresa, faça os seus negócios, pague os impostos que você deve e ponto. Você não precisa se envolver com os negócios do país. Os negócios do Brasil são os negócios do Imperador. Se você não quiser viver um pesadelo, não se meta nos negócios do Imperador."

O americano costuma afirmar que os EUA tem 233 anos e não 500 anos. Eles não contam a idade do país a partir do dia do descobrimento. Eles começam a contar a idade do país a partir do 4 de Julho de 1776, dia da independência. Eles dizem que antes dessa data o quê existia por lá era uma colônia inglesa baseada em valores colonizadores e não um país livre e empreendedor.

Diferente do Brasil, quando aconteceu a independência americana, os primeiros cidadãos americanos realmente rasgaram os manuais ingleses de colonização e realmente quebraram as correntes que os prendiam a filosofia usurpadora inglesa. Quando o Brasil declarou a independência em 1822, continuamos a ter rei, corte, visconde, imperador, regalias para a trupe de puxas sacos do rei em versão tupiniquim piorada com o jeitinho brasileiro que nos é peculiar.

Uma pergunta que eu sempre me fiz: "Por que as casas e edificações em São Paulo e em todas as outras cidades do país são coladas umas nas noutras?" Uma vez que o Brasil tem terras e espaço mais do que o suficientes para acomodar confortavelmente todos os seus cidadãos em casas espaçosas com áreas de jardins em volta e lazer etc, por que vivemos colados uns nos outros?

Porque historicamente foi dada uma grande quantidade de terra a viscondes, barões e bispos obrigando as pessoas que não faziam parte das cortes (que nunca foram verdadeiramente extinguidas) a viver espremidas em uma quantidade relativamente pequena de terra.

Enquanto o Brasil manteve um modelo arcaico de distribuição de riqueza que perdura até hoje, os EUA - entre outras coisas - distribuiram terras para todos os americanos pioneiros com vontade de estabelecer família no Oeste, Centro e Sul do país. Quem viaja esse brasilzão sabe o quanto o nosso país é carente de profissionais, empresas e estruturas adequadas para desenvolver melhor o potencial de crescimento de milhões de pessoas e negócios.

Vivemos um círculo vicioso. O cidadão não faz algo pela sua cidade porque historicamente foi levado a pensar que não é com ele, e o governo não faz nada porque historicamente sabe que o povo não vai se rebelar contra a falta de trabalho.

A cidade de Itajubá tem um dos melhores sistemas de ensino universitário do Brasil. Itajubá possui seis estabelecimentos de ensino superior: Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), Faculdade de Medicina de Itajubá (FMIt),( Escola de Enfermagem Wenceslau Bráz) (EEWB), Centro Universitário de Itajubá (UNIVERSITAS), Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas (FACESM) e Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) e Faculdade de tecnologia internacional Uninter.

Entretanto, poucos são os filhos de cidadãos da cidade de Itajubá que estudam nessas faculdades. Por que? Porque a cidade não tem escolas básicas boas o suficiente para formar jovens capazes de ingressar nas melhores faculdades. E ninguém faz nada a respeito há décadas.

Historicamente foi dito para as pessoas não se meterem nos negócios públicos, entretanto, tem gente que se mete onde não é chamado e muda para sempre a história da sociedade em que vive.

Há quarenta minutos de Itajubá fica uma pequena cidade mineira de 36.150 habitantes chamada Santa Rita do Sapucaí. Santa Rita do Sapucaí é conhecida em Minas Gerais e em todo mundo como o "Vale do Silício" brasileiro. Na pequena Santa Rica existem hoje mais de 130 empresas de pequeno e médio porte de eletrônica e telecomunicações que juntas faturaram mais de R$ 1 bilhão de reais em 2008!

A semente do Vale do Silício brasileiro foi plantada pela milionária benemérita "Sinhá Moreira", que fundou a primeira escola técnica de eletrônica do Brasil em Santa Rita do Sapucaí. É isso mesmo, a primeira escola de eletrônica do país não é paulistana ou carioca, é mineira, e do interior. O sucesso da escola fundada por "Sinhá Moreira" incentivou a criação de outras escolas como a INATEL e a FAI. Essas três escolas formam hoje a mão-de-obra do Vale que se forma por lá e por lá mesmo fica.

A renda per capita da pequena Santa Rita do Sapucaí é alta se comparada com cidades bem maiores como Sorocaba, Uberlândia e Piracicaba.

Sinhá Moreira, 1907 - 1963, foi uma cidadã brasileira, milionária, filha de Coronel e ex-senhor de escravos, sobrinha de um presidente da república, cheia de dinheiro, posses e terras, que poderia muito bem ter ficado na dela e torrado dinheiro com perfumes e chapéus importados de Paris. Entretanto, depois de uma visita ao Japão onde tomou contato com os princípios da eletrônica, decide fundar em 1958 a primeira escola de eletrônica da América Latina, a Escola Técnica de Eletrônica Francisco Moreira da Costa, que foi a semente do Vale da Eletrônica.

Seus gestos e iniciativas criaram a base de uma nova ordem social, que, gradativamente, se instalou na cidade, provocando profundas transformações na cultura local. Sinhá deu início à transformação que levou uma cidade interiorana, produtora de café e leite, ao centro de excelência mundial em Eletrônica e Tecnologia da Informação.

“Com inteligência e determinação, Sinhá Moreira criou a primeira escola de eletrônica da América do Sul. Com sua visão universal, Sinhá empenhou-se em desenvolver um trabalho no seu micro universo, numa cidade que mal aparecia no mapa de seu país. No entanto, hoje, essa cidade é exemplo reconhecido mundialmente graças a Sinhá Moreira”, Raquel de Queiroz, imortal escritora brasileira no editorial da revista O Cruzeiro (similar a revista Veja naquela época) de 1959.

D. Sinhá é amplamente lembrada na cidade, cuja admiração dos moradores beira a devoção.

“Sinhá Moreira foi uma iluminista de outros tempos, com uma visão de mundo e uma generosidade inigualáveis. O empreendimento que ela fundou transformou para sempre a formação da juventude de Santa Rita do Sapucaí nos anos 50." Ziraldo, autor do Menino Maluquinho, fundador do Pasquim entre outras maluquices.

Você deve conhecer aquele provérbio que diz "não devemos dar o peixe para as pessoas, mas ensiná-las a pescar". Eu acredito em uma terceira vertente para esse provérbio. Eu acredito que não devemos dar o peixe e muito menos ensinar as pessoas a pescar. A nossa missão é explicar para as pessoas o que é um peixe, o que é um rio e o que é uma vara; e deixá-las decidirem sozinhas o que tem que ser feito. Se fizermos isso, as pessoas vão descobrir melhores maneiras de pegar um peixe. Alguns vão pular no rio e pegar o peixe com a boca, outros vão dar as costas para o rio e comer um frango, e outros vão usar a vara para fazer outra coisa que não seja pegar o peixe.

O nosso trabalho é ampliar as opções das pessoas, e não apenas educá-las ou liberar dinheiro.

O que distingue um verdadeiro campeão de um cara medíocre?

O repertório. O campeão tem um vasto repertório de jogadas, lances, alternativas, opções, técnicas e habilidades. O cara medíocre pensa que só existe uma opção para resolver as coisas.

Eu ouvi a história da Sinhá Moreira pela primeira no sábado dia 12 de setembro quando estive em Itajubá, dia 13 eu achei que tinha que escrever sobre ela, dia 14 eu comecei a pesquisar, dia 15 eu pensei a respeito, dia 16 eu escrevi, e hoje, dia 17 de setembro, você está conhecendo Sinhá Moreira através do meu texto.

Você sabe o que aconteceu no dia 17 de Setembro de 1907?

Nascia Luzia Rennó Moreira, a Sinhã Moreira em Santa Rita do Sapucaí.

Você sabe quando eu fiquei sabendo que ela nasceu no dia 17 de Setembro de 1907? A meia-noite de hoje, quando o Daniel Grillo, natural de Santa Rita leu o meu texto, e entrou no messenger para me contar.

Um grande coincidência?

Talvez, Provavelmente, quem sabe.

Quase 1 bilhão de pessoas vivem em favelas enquanto levantamos muros com tijolos o suficiente para transformar barracos em casas de verdade. Uma em cada cinco pessoas do planeta tem acesso a internet enquanto jogamos fora 340 mil computadores por dia. O Pólo Norte tá derretando, e os jovens pensam apenas em quando terão dinheiro para comprar um carro esporte com ar condicionado. O faturamento do Walmart supera os 370 bilhões de dólares enquanto 80% da população do mundo vive com menos de 10 dólares por dia.

Eu espero que a história da Sinhá Moreira possa inspirá-lo a ampliar as opções das pessoas e mostrar paixão pela sua cidade e comunidade ao liderar algum projeto realmente revolucionário para quem precisa.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!
QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

TEXTO DE RICARDO JORDÃO!
http://www.bizrevolution.com.br/bizrevolution/2009/09/voc%C3%AA-n%C3%A3o-deve-se-envolver-com-os-neg%C3%B3cios-do-pa%C3%ADs-.html

7 de set. de 2009

Você contrataria um preso?

Em tempos de busca pela diversidade nas organizações, muitos programas tem sido elaborados para trazer para as equipes profissionais portadores de deficiência, criar um maior equilíbrio entre homens e mulheres em cargos chave. Muito se fala e pouco se faz! Porém, estas não são as únicas possibilidades de promover a diversidade. Quais são outras maneiras? O que acha disso? Pense, e se fosse você?! Acorde! Faça as coisas diferentes!